quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Até Que a Sorte Nos Separe 3 - A Falência Final. (Análise).

Até Que a Sorte Nos Separe 3 conta a história de Tino (Leandro Hassum) um homem preguiçoso e extremamente inconveniente que após perder todo o seu dinheiro pela segunda vez, agora vive em pleno Rio de Janeiro com sua família em busca de melhores condições de vida... e para isso ele vende biscoitos (BOLACHA!) Globo no semáforo.
  Infelizmente (ou felizmente) ele é atropelado pelo filho do homem mais rico do Brasil, o empresário Rique Barelli (Leonardo Franco). Após 7 meses em coma, ele acorda e descobre que sua filha acabou se apaixonando pelo garoto que lhe atropelou e que Rique havia arcado com todas as custas do hospital e da casa durante todo o tempo. Tino e sua esposa Jane veem ai uma forma de enriquecer novamente, extorquindo a grana dos bilionários. Mal sabiam eles que o filho de Rique pediria a filha deles em casamento e que seria Tino quem bancaria todas as custas do noivado, porém sem grana e sem um emprego legítimo, Rique Barelli lhe concebe uma vaga de emprego em sua empresa. Tino então acaba levando a empresa á falência e quebra com a bolsa de valores brasileira, deixando o país em crise. O que farão para sair dessa enrascada? Recomendo que você assista!

→ ANÁLISE : Contém Spoilers.

É um filme fantástico, história bem elaborada e criativa. A principal função de um filme cômico é fazer o público rir e este consegue muito bem, tudo pela ótima atuação dos atores - especialmente Leandro Hassum -, e pelo texto muito bom. Algo que eu gostei é do começo bem acelerado e entusiasmante, nas primeiras cenas já vemos várias coisas fundamentais para a história acontecendo. O fim do filme peca na forma como retrataram a crise brasileira, acho que poderiam ter explorado isso mais, também não entendi como é que Jane e a esposa do Rique não desconfiaram da falência da empresa se o PAÍS TINHA ESTADO EM CRISE. Também não gostei da parte onde a filha de Tino tenta fugir, porém adorei a cena dele alucinando e brigando com o boneco. rs. Destaque também para a Dilma Rouseff, esteve absolutamente incrível! Pela primeira vez eu gostei dela, :D. Até logo!

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